quinta-feira, 9 de julho de 2015

Curso de BioConstrução

Então, como tinha falado anteriormente, agora as coisas vão finalmente andar.

Claro que tudo sempre anda bem devagar, mas assim é a vida.

Foi dado o pontapé inicial e participei junto com meu grande amigo e irmão de espírito Glacius de um curso de Bio Construção no espaço Naturalmente. Um local que super recomendo!!!!


O Carlos e a Pati, donos do lugar são pessoas incríveis e nos receberam com coração aberto.

Esta foi uma experiência muito legal. Fiquei muito feliz com a relação criada entre as pessoas que se aventuram na Permacultura. Posso até dizer que meu maior aprendizado neste curso não foi nem a construção em si, mas o cooperativismo e união das pessoas. De repente o mundo ainda não está perdido.

A máxima "a união faz a força" é sempre levada no coração de cada um.
Vivemos, hoje, em um mundo egoísta, onde cada um vive por si só e dentro de uma faixa consumista. É gritante que precisamos mudar esta visão e começar a cuidar mais do nosso planeta e nos desapegarmos do excesso de consumismo por coisas que não tem sentido nenhum. Ando hoje pelas ruas da cidade, no centro ou no bairro, e vejo as pessoas com suas necessidades (não estou aqui "julgando" ninguém, apenas fazendo minha própria reflexão sobre o que quero para minha vida e para a minha família, além do planeta é claro) e cada vez mais acho sem nenhum sentido esta correria geral. Percebo cada vez mais que devemos nos acalmar e quem sabe viver uma vida mais tranquila, mais próxima daquilo que realmente faz diferença para nossa felicidade.

Agora é só escolher a melhor parede para começar a erger a casa do Sítio Mâa-Kheru.

Nossa parede construída no curso.



sexta-feira, 19 de junho de 2015

O Sítio Maa-Kheru

A muito tempo tenho a vontade de me mudar para a zona rural. Viver uma vida mais tranquila e desapegada. Sem a correria da vida urbana. 

Digo "Vontade" e diferencio esta de "desejo", pois sempre foi uma coisa que residia dentro de mim verdadeiramente e não apenas "desejava" como algo que queremos para suprir qualquer status egoico. 

Porém, mesmo com esta "Vontade" existindo dentro de mim, não conseguia me imaginar lá de verdade. 

Pela filosofia de vida que acredito, existe uma frase que diz: "Vontade pura, desaliviada da ância de resultado é todavia Perfeita!" 

Os Deuses sabem quanto tempo eu levei para compreender de verdade esta frase. 

E no meio da vida, cheia de compromissos e e correrias do dia a dia, totalmente imerso na máquina da vida urbana, onde o Ego, e o consumismo imperam, aprendi outra lição muito importante (ao menos para mim) e que tento passar para os meus iniciados: "PLENITUDE!" 

Plenitude. Viver em plenitude com tudo na nossa vida. Creio que isso seja o segredo para a verdadeira felicidade. 

Foi apenas quando entendi isso que comecei a entender a primeira ("Vontade pura, desaliviada da ância de resultado é todavia Perfeita!"). 

Antes, não tinha muitas perspectivas para o futuro. Era um "Buscador" neste mundo atras de descobrir que eu realmente era. Então, um dia me chamaram para assumir uma cargo público e entrei um pouco mais fundo na máquina, porém (e alguém um dia disse que tudo que vem antes do "mas" ou "porém" não importa) foi a partir daí que algumas coisas começaram a realmente serem possíveis, pois infelizmente, nosso mundo ainda é movido pela máquina e pelo dinheiro. 

Então fui ter com os "senhores da máquina", o banco, e estes decidiram que eu era, então, digno da máquina e largaram uma pequena quantia de dinheiro (não muito, mas o suficiente) e comprei uma pequena porção de terra. 

Mas ainda assim, a máquina me segurava, impedindo minha movimentação em chegar lá. 

 Um tempo depois, quando minha "plenitude" estava completa e minha amada Akhyra, sempre me apoiando em minhas indiadas, que as coisas começaram a realmente andarem. 

Ainda falta muito para que isso se torne verdadeiramente possível, mas acredito que estamos andando com as velas totalmente estendidas no mastro! Hoje o Sítio que foi batizado de "Maa-Kheru" está em fase de construção. Nossa ideia (da Amada Akhyra e minha) é fazer uma construção bio-sustentável. 

Quando minha filha Luna estava para nascer, eu estudava onde por um berço para ela nos míseros 30m2 de nosso apartamento que já abrigava, além da Akhyra e eu, o meu filho de 10 anos, o Gabriel. E não achava nenhuma possibilidade. Daí surgiu a mirabolante ideia de nos mudarmos para a região metropolitana, para uma cobertura da família da Akhyra. 

Apesar de eu gostar muito do local, chegamos ao concensso de que na verdade foi um desperdício de recursos, mas (e já falamos do mas) serviu de aprendizado e de desapego de algumas coisas, assim como nos acostumar-mos com uma distância maior a percorrer no dia a dia. 

 Assim, posso dizer que cada coisa anda no passo que dá. E passo a passo, chegamos lá! 

 Na verdade, comecei a escrever este post pois quero começar a registrar aqui nossos aprendizado com esta mudança. Compartilhando nossas alegrias e as dificuldades que teremos, assim como as soluções que vamos aprendendo. 

Assim, podemos além de contribuir, receber as dicas daqueles que já passaram por isso.

 Evoé!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Cleópatra VII


Cleópatra Thea Filopator (em grego: Κλεοπάτρα Φιλοπάτωρ, Cleopátra Philopátor; Alexandria, 69 a.C. — 12 de agosto de 30 a.C.) foi a última rainha da dinastia de Ptolomeu, general que governou o Egito após a conquista daquele país pelo rei Alexandre III da Macedônia. Era filha de Ptolomeu Auletes. O nome Cleópatra significa "glória do pai", Thea significa "deusa" e Filopator "amada por seu pai".

Cleópatra originalmente governou conjuntamente com seu pai, Ptolemeu XII Neos Dionisos, e mais tarde com seus irmãos, Ptolomeu XIII e Ptolomeu XIV, com quem se casou como por costume egípcio, mas, eventualmente, ela tornou-se o único governante. Como faraó, ela consumou uma ligação com Júlio César, que solidificou sua pegada no trono. Mais tarde, ela elevou seu filho com César, Cesário, para co-regente em nome.
Cleópatra foi uma grande negociante, estrategista militar, falava seis idiomas e conhecia filosofia, literatura e arte gregas.2

Genealogia

Seu pai, Ptolemeu XII Neos Dionisos (Ptolemeu Auletes), era filho de Ptolemeu IX Sóter II.3 Ptolemeu XII Neos Dionisos teve, possivelmente, seis filhos: Berenice IV e Cleópatra Trifena, que tomaram o controlo do Egito durante a ausência do pai, dois filhos de nome Ptolemeu (Ptolemeu XIII e Ptolemeu XIV), Cleópatra VII e uma filha de nome Arsínoe.3 E. R. Bevan supõe que Porfírio, a fonte de Eusébio, tenha errado, e que Cleópatra Trifena seria a esposa de Ptolemeu Auletes.4
Cleópatra foi também testemunha do reinado atribulado do pai. Ptolomeu XII, cognominado Nothos por ser filho ilegítimo de Ptolomeu IX Latiro,5 era impopular entre a população de Alexandria e tinha-se mantido no poder graças ao apoio de Roma, pelo qual teve que pagar vastas somas de dinheiro, conseguidas através de pesados tributos impostos ao povo. Ateneu de Náucratis, que se refere a ele como o último Ptolomeu, diz que ele não era um homem, mas um flautista (Auleta) e um equilibrista.6 Em 58 a.C. o pai de Cleópatra refugiou-se em Roma, tendo a sua filha Berenice IV sido eleita como nova soberana, mas esta foi executada em 55 a.C., por Ptolomeu XII em seu retorno ao Egito. A co-regente de Berenice, chamada de Cleópatra Trifena, que poderia ser mãe ou irmã de Berenice, desapareceu dos registros antigos.


Chegada ao trono

Antes de falecer em 51 a.C.,7 Ptolomeu nomeou os seus filhos, Cleópatra e Ptolomeu XIII, que deveriam reinar juntos como novos soberanos do Egito.3 Seguindo o costume da sua dinastia, Cleópatra casou com o irmão que teria cerca de quinze anos de idade.
Os monarcas estavam cercados por homens da corte que ambicionavam o poder e que exerciam um domínio sobre o irmão de Cleópatra: Teódoto, preceptor de Ptolomeu XIII, o eunuco Potino e o oficial do exército Aquilas.
Desde o início Cleópatra compreendeu que Roma era a nova potência do Mediterrâneo e que caso desejasse manter-se no poder deveria manter relações amigáveis com ela.
Em 49 a.C. Cleópatra fornece ao filho do triunviro Pompeu, Pompeu, o Jovem, sessenta barcos para se juntarem à frota que lutava contra Júlio César. Perante o comportamento da rainha, os conselheiros insinuaram que Cleópatra pretendia governar sozinha e colocaram o povo de Alexandria contra Cleópatra, que foi obrigada a fugir para o sul do Egito e depois para a Síria.


Cleópatra e Júlio César

A queda de Pompeu

A rainha não se dá por vencida e consegue juntar um pequeno exército de mercenários, tendo regressado ao Egito para lutar contra o irmão. Entretanto a situação internacional altera-se quando a 9 de Agosto de 48 a.C. Pompeu é vencido por César na Batalha de Farsália, na Tessália. Após a derrota procura refúgio em Alexandria, tendo Ptolomeu XIII declarado que aceitava recebê-lo.
Contudo, o verdadeiro plano do rei consistiu em ordenar a morte de Pompeu, julgando que desta forma agradaria a César. O assassino de Pompeu, um romano ao serviço de Ptolomeu XIII, corta-lhe a cabeça, que o rei apresentou a César. No entanto, esta atitude foi um erro, dado que César ficou horrorizado com o ato bárbaro. Apesar de inimigos políticos, Pompeu tinha casado com a filha de César, que morreu dando à luz um filho. César toma Alexandria e decide resolver o conflito entre Ptolomeu XIII e Cleópatra.

O encontro com César

Afastada do palácio real, Cleópatra deseja encontrar-se com César. É então que se desenrola o famoso episódio do tapete, relatado pelas fontes antigas.
Conta Plutarco, num episódio lendário da sua biografia dos Césares, que Cleópatra marcou um encontro com Júlio César, quando este chegou ao Egito, no inverno de 48 a.C. – 49 a.C., a fim de lhe dar um presente, que consistia num tapete. Este, ao ser desenrolado, mostrou que a própria rainha estava em seu interior (Cleópatra tinha sido enrolada no tapete pelo seu servo Apolodoro).
Cleópatra teria então argumentado que tinha ficado encantada com as histórias amorosas de César, tendo ficado desejosa de o conhecer. Tornou-se, assim, sua amante, o que ajudou a estabelecer o seu poder no país.
Numa tentativa de solucionar a crise, César procurou assegurar que o testamento de Ptolomeu XII fosse respeitado e confirmou Cleópatra e Ptolomeu XIII como co-regentes do Egito. Para além disso, propôs que os irmãos mais novos de Cleópatra, Arsínoe e Ptolomeu XIV, deixassem o Egito e se tornassem soberanos de Chipre.
Contudo, Arsínoe era ambiciosa e conseguiu que o exército a declarasse rainha do Egito. Arsínoe mandou matar o oficial Aquilas que começava a fazer-lhe oposição e em breve o seu irmão Ptolomeu XIII juntou-se à sua causa. Em 47 a.C. o exército egípcio seria derrotado por César. Arsínoe foi feita prisioneira e Ptolomeu XIII afogou-se no Nilo quando tentava escapar.
Em Junho de 47 a.C. Cleópatra deu à luz Ptolomeu XV César, conhecido como "Pequeno César" (Cesarion). Embora César tenha reconhecido a paternidade da criança, a historiografia moderna coloca em causa esta paternidade. César recusou-se contudo a torná-lo seu herdeiro, honra que coube a Octaviano.
Por sugestão de César, Cleópatra passou a reinar conjuntamente com seu irmão Ptolemeu XIV.3 Cleópatra casou-se com o seu irmão Ptolomeu XIV, tendo César partido para Roma. O Egito manteve-se independente, mas sob a proteção de Roma que aí deixou três legiões romanas.

Cleópatra em Roma

Em 46 a.C., a convite de César, Cleópatra instala-se em Roma, com o filho e Ptolomeu XIV, fixando residência nos jardins do Janículo, mesmo próxima da então esposa de César (a terceira), Calpurnia Pisonis.
Teria sido em Roma que Cleópatra elaborou o seu plano de hegemonia do Mediterrâneo. Sabe-se pouco da presença de Cleópatra em Roma, a não ser que a sua presença teria gerado desprezo na população. Em sua honra César ordenou que fosse colocada uma estátua de ouro de Cleópatra no templo da deusa Venus Genetrix, vista como antepassada da família de César.
Pouco depois do assassinato de César, Cleópatra voltou para o Egito. Segundo Eusébio de Cesareia, Cleópatra assassinou seu irmão Ptolomeu XIV, no quarto ano do reinado dele e no oitavo ano do reinado de Cleópatra, e passou a reinar sozinha.3 Seu filho passou a ser seu co-regente.


Cleópatra e Marco Antônio

Em 42 a.C., Marco Antônio, um dos triunviros que governava Roma após o vazio governativo causado pela morte de César, convocou-a a encontrá-lo em Tarso para ela responder a ele sobre a ajuda que prestara a Cássio, um dos assassinos de César e, portanto, inimigo dos triúnviros. Cleópatra chegou com grande pompa e circunstância, o que encantou Marco Antônio. Passaram juntos o inverno de 42 a 41 a.C. em Alexandria. Ficou grávida pela segunda vez, desta vez com gémeos que tomariam o nome de Cleópatra Selene e Alexandre Hélio.
Quatro anos depois, em 37 a.C., Marco António visitou de novo Alexandria, quando se encontrava numa expedição contra os partos. Recomeçou então a sua relação com Cleópatra, passando a viver em Alexandria. É possível que se tenha casado com Cleópatra segundo o rito egípcio (uma carta, citada por Suetónio leva a crer nessa hipótese), ainda que nessa altura estivesse casado com Octávia, irmã do triúnviro Octávio. Então, Cleópatra deu à luz outro filho, Ptolomeu Filadelfo.

A morte de Cleópatra, de Reginald Arthur
Durante as Doações de Alexandria, no final de 34 a.C., a seguir à conquista da Arménia:
Cleópatra e Cesarion foram coroados co-regentes do Egito e Chipre;
Alexandre Hélio foi coroado governante da Arménia, Média e Pártia;
Cleópatra Selene foi coroada governante da Cirenaica e Líbia;
Ptolomeu Filadelfo tornou-se o governante da Fenícia, Síria e Cilícia.
Cleópatra recebeu também o título de Rainha dos Reis.
O senado romano declarou-lhes guerra em 31 a.C.. Após serem derrotados por Otávio na batalha naval de Áccio, ambos cometeram suicídio, tendo Cleópatra se deixado picar por uma serpente da espécie Naja egípcia, em Alexandria no ano 30 a.C., e o Egito tornou-se inteiramente uma província romana.


Mausoléu

A imprensa internacional noticiou, em 26 de maio de 2008, ter sido encontrada a cabeça de uma estátua em alabastro de Cleópatra, perto de Alexandria, no litoral mediterrâneo do Egito. A descoberta deu-se no templo de Taposiris Magna.
Em abril de 2009 o arqueólogo egípcio Zahi Hawass afirmou ter descoberto a sepultura de Cleópatra no templo de Taposiris Magna.8


Ramsés II

Ramsés II foi o terceiro faraó da XIX dinastia egípcia, uma das dinastias que compõem o Império Novo. Reinou entre aproximadamente 1279 a.C. e 1213 a.C. O seu reinado foi possivelmente o mais prestigioso da história egípcia tanto no aspecto económico, administrativo, cultural e militar. Foi também um dos mais longos reinados da história egípcia. Houve 11 Ramsés no reino do Egito, mas apenas ele foi chamado de Ramsés, o Grande.


Vida Familiar

Ramsés II era filho do faraó Seti I e da rainha Touya. A família de Ramsés não era de origem nobre: o seu avô, Ramsés I, era um general de Horemheb, o último rei da XVIII dinastia que o nomeou seu sucessor.
Aos dez anos Ramsés recebeu o título de "filho primogénito do rei", o que correspondia a ser declarado herdeiro do trono. Seu pai introduziu-o no mundo das campanhas militares quando era ainda adolescente e Ramsés acompanhou-o contra os Líbios e em campanhas em Canaã e Sinai.


Esposas e filhos

Julga-se que pelo menos dez anos antes da morte do pai, Ramsés já era casado com Nefertari e Isitnefert. A primeira seria a mais importante e célebre das várias esposas que Ramsés teve na sua vida, tendo sido a grande esposa real até sua morte, no ano 24 do reinado de Ramsés. Nefertari, que possui o túmulo mais famoso do Vale das Rainhas, deu à luz o primeiro filho de Ramsés, Amenófis, conhecendo-se pelo menos mais três filhos e duas filhas de ambos. As pesquisas documentam seis filhos com Nefertari.
Isetnefert é menos conhecida que Nefertari, estando sua presença melhor atestada no Baixo Egipto. Com ela, Ramsés teve um filho que partilhava o seu nome, para além dos príncipes Khaemuaset e Merenptah (este último tornou-se seu sucessor devido à morte prematura dos filhos mais velhos de Ramsés). Khaemuaset foi sumo-sacerdote de Ptah na cidade de Mênfis e foi responsável pela organização das festas Sed celebradas em honra do pai. A festa Sed celebrava-se em geral no trigésimo aniversário de reinado do faraó e visava simbolicamente regenerar o seu poder; sabe-se que Ramsés celebrou catorze festas deste tipo, a primeira no ano 30, as seguintes num intervalo de cerca de três anos e no final da sua vida celebrou várias praticamente a cada ano. Khaemuaset era um amante de antiguidades e dedicou-se a mandar restaurar vários edifícios. Foi também responsável por mandar construir galerias subterrâneas em Sakara, onde eram sepultados os bois de Ápis.
Ramsés foi também casado com sua irmã mais nova Henutmiré (segundo alguns autores seria sua filha em vez de irmã) e com três das suas filhas, Meritamon, Bentanat e Nebet-taui. Após a paz com os hititas, Ramsés recebeu uma filha do rei Hatusilli III como presente. Com ela casou no ano 34 do seu reinado. Seu nome hitita é desconhecido, mas sabe-se que adoptou o nome egípcio de Maathorneferuré. Sete anos depois desse casamento, esposou outra princesa hitita, sobre a qual nada se sabe.


Campanhas militares

Batalha de Kadesh

Ramsés sucedeu ao pai em 1279 ou 1278. No plano internacional os hititas, que viviam no que é hoje a Turquia, surgem como rivais do império egípcio no corredor sírio-cananeu.
No ano 4 do seu reinado, Ramsés conduz uma expedição militar exploratória que alcança a Fenícia. No rio Cão, perto da moderna Beirute, manda erguer um estela, cujo texto é hoje ilegível.
No ano seguinte inicia-se a guerra propriamente dita com os hititas. Ramsés atravessa a fronteira egípcia em Sila e um mês depois chega aos arredores da cidade de Kadesh, perto do rio Oronte, com o objectivo de expulsar os hititas do norte da Síria.
O exército egípcio estava dividido em quatro unidades, que receberam o nome de um deus da mitologia egípcia: Amon, Ré, Ptah e Set. O exército aguardou nos arredores de Kadesh, desejoso por cercar a cidade. Dois hititas que se apresentam como desertores (mas que na realidade eram espias), enganam os egípcios, afirmando que os hititas ainda estão bem longe de Kadesh. Ramsés decide então avançar com a unidade Amon que lidera, desconhecendo que os hititas estavam escondidos a leste de Kadesh. Subitamente, a unidade Amon é cercada pelos hititas.
Segundo o relato egípcio, o "Poema de Kadesh" gravado nas paredes dos templos de Karnak, Luxor, Abidos, Abu Simbel e no Ramesseum, Ramsés é abandonado pelos soldados e, sozinho na sua carruagem, fica frente a frente dos hititas. O rei, desolado por ter sido abandonado, faz uma prece a Amon, lamentando-se por seu destino. Amon escuta sua prece e Ramsés transforma-se em guerreiro todo-poderoso que enfrenta completamente sozinho os hititas.
A realidade, porém, encontra-se distante desse relato irreal ao serviço da propaganda faraónica. Julga-se que os egípcios foram obrigados a recuar, não tendo tomado Kadesh, mas os reforços chegaram a tempo de o salvar.
Nos próximos anos do reinado continuam os combates com os hititas na Síria-Palestina. No ano 16 do reinado de Ramsés, Mursili III, filho mais novo de Muwatalli II, foi deposto pelo seu tio Hatusilli III. Após várias tentativas de recuperar o trono, Mursili foge para o Egipto. Hatusilli III exigiu a sua deportação imediata, mas como essa foi recusada por Ramsés, os hititas mantinham mais um motivo para continuar com sua hostilidade.
No ano 21 do reinado de Ramsés, um tratado de paz procurou terminar o conflito. Esse tratado é conhecido nas suas duas versões, a hitita, escrita em tabuinhas de argila em cuneiforme babilónio e encontrada em Boghaz-Koi e a egípcia, gravada em duas estelas em Tebas. As razões para o tratado estariam relacionadas não só com a não resolução do conflito, mas também com o receio que gerava a ascensão da Assíria. Nos termos do tratado os dois impérios prometem ajudar-se em caso de agressão externa e dividem zonas de influência: Canaã e Sinai ficam sob domínio egípcio e a Síria, para os hititas.


Monumentos

Ramsés é o faraó que deixou o maior legado em termos de monumentos. O soberano apropriou-se de obras de faraós do passado (incluindo dos faraós do Império Antigo, mas sobretudo do faraó Amenófis III), que apresentou como suas, mandou concluir edifícios e lançou as suas próprias obras. Entre as obras concluídas por Ramsés II encontram-se a sala hipóstila do templo de Karnak em Tebas e o templo funerário do seu pai em Abidos.

Foi também Ramsés um dos responsáveis pela destruição dos templos da cidade de Amarna, que eram os últimos vestígios da era de Aquenáton, faraó que pretendia fazer de Aton a divindade suprema. Os blocos de pedra destas estruturas foram reutilizados na cidade de Hermópolis Magna, situada na margem oposta de Amarna.

Pi-Ramsés

Pi-Ramsés ou Per-Ramsés ("A Casa de Ramsés") foi a capital do Egipto durante o reinado de Ramsés e até ao fim da XX dinastia. Não foi descoberta até ao momento a localização exacta da cidade, mas sabe-se que era na região oriental do Delta.
A cidade foi erguida sobre uma aglomeração fundada por Seti I no começo do reinado de Ramsés. Para lá são transferidos obeliscos e nela se erguem templos dedicados às principais divindades egípcias, como Amon, Ré e Ptah. Dois séculos depois as suas estátuas e obeliscos da cidade foram transferidas para Tânis, a nova capital da XXI dinastia.
As razões que explicam esta mudança de capital são as raízes familiares do faraó na região do Delta, para além da sua localização estar mais próxima do principal centro de intervenção militar desta época, a Síria-Palestina, que separava o Egito dos hititas.


Templos na Núbia

Na Núbia Ramsés mandou construir vários templos. Dois dos mais famosos, escavados na rocha, encontram-se em Abu Simbel, perto da segunda catarata do Nilo.
O maior destes dois templos (Grande Templo ou Templo de Ramsés) penetra sessenta metros na rocha. É dedicado a Ramsés, associado a Amon-Ré, Ptah e Ré-Horakhti). Possui na entrada quatro estátuas de Ramsés com mais de 20 metros de altura, que o retratam em diferentes fases da sua vida. Passada a entrada do templo encontra-se um sala hipóstila onde se acham oito estátuas de Osíris. A versão egípcia da Batalha de Kadesh está representada no templo. O segundo templo (Pequeno Templo), a norte do Grande Templo, é dedicado a Nefertari (associada a Hathor). Na sua fachada encontram-se quatro estátuas de Ramsés e duas de Nefertari.
Em 2013, durante escavações a leste do Grande Templo, uma equipe de arqueólogos egícios e alemães descobriu uma estátua de Ramsés II, no templo da deusa Bastet, com 1,95 m de altura e 1,60 m de largura, de granito vermelho. Na parte trazeira da figura, há hieroglifos com o nome de Ramsés II. O templo de Bastet está localizado na colina de Bubastis, um dos sítios arqueológicos mais antigos do país, a cerca de 85 km a noroeste do Cairo, onde foram descobertos objetos que datam da IV dinastia (de 2630 a 2500 a.C.). Além da estátua de Ramsés II, os arqueólogos encontraram a estátua de um alto funcionário do governo egípcio do período da dinastia XIX, com 35 cm de altura, feita de arenito.
Abu Simbel permaneceu soterrada pelas areias do deserto até 1812, ano em que foi descoberta por Jean-Louis Burckhardt. A construção da grande barragem de Assuão alterou o nível das águas do Nilo, razão pela qual os templos foram desmontados, cortados em 1036 blocos e montados num local mais alto entre os anos de 1964 e 1968, numa campanha internacional promovida pela UNESCO.
Em Uadi es-Sebua Ramsés mandou construir um novo templo dedicado a Ré e a si próprio. Na direcção dos trabalhos esteve Setau, vice-rei da Núbia, que recrutou homens das tribos locais para a construção. No mesmo local Ramsés ordenou a reconstrução de um templo erguido por Amenófis III que fora danificado durante a era de Amarna.

Ramesseum

O templo funerário de Ramsés é conhecido como o Ramesseum. Situado na margem ocidental de Tebas estava dedicado ao deus Amon e ao próprio faraó, encontrando-se hoje num estado bastante deteriorado. O templo era famoso pela estátua colossal de Ramsés em posição sentada (da qual apenas restam fragmentos). Nas paredes do templo foram representados eventos como a Batalha de Kadesh e a celebração da festa do deus Min, assim como uma procissão dos numerosos filhos do faraó. No local foi descoberto um papiro que continha a obra literária "Conto do Camponês Eloquente" e textos de carácter médico.

Morte

Ramsés faleceu no ano 67 do seu reinado, quando já teria mais de noventa anos. O Egipto conseguiu continuar a exercer controle sobre Canaã e Sinai até a parte final da XX dinastia.
O túmulo de Ramsés foi construído no Vale dos Reis (KV7), necrópole de eleição dos faraós do Império Novo, tendo sido preparado pelo seu vizir do sul, Pasar. Embora seja maior que o túmulo do seu pai, o túmulo não é tão ricamente decorado e encontra-se hoje danificado. Do seu espólio funerário restam poucos objectos, que estão espalhados por vários museus do mundo.
A múmia do faraó foi encontrada num túmulo colectivo de Deir el-Bahari no ano de 1881. Em 1885 a múmia foi colocada no Museu Egípcio do Cairo onde permanece até hoje. Em 1976 a múmia de Ramsés realizou uma viagem até Paris onde fez parte de uma exposição dedicada ao faraó e onde foi sujeita a análises com raios X. Na capital francesa uma equipe composta por cento e dez cientistas foi responsável por tentar descobrir as razões pelas quais a múmia se degradava progressivamente. Os cientistas atribuíram esta degradação à acção de um cogumelo, o Daedela Biennis, que foi destruído com uma irradiação de gama de cobalto 60. As análises revelaram que Ramsés sofria de doença dentária e óssea.

Curiosidades

Em 1976, a múmia do Faraó Ramsés precisou ser levada a Paris, onde foi tratada contra uma infestação de fungos. Nessa ocasião, foi providenciado um passaporte para a múmia em que constava sua ocupação: "Rei falecido". Chegando à França, ao desembarcar no aeroporto de Le Bourget, em Paris, a múmia de Ramsés foi pomposamente saudada com honras militares destinadas a monarcas e chefes de estado.

Titulatura

Como se fazia no Antigo Egito, Ramsés tinha um série de nomes que compunham a sua titulatura. Ramsés é o seu nome de nascimento e significa "nascido de Rá" ou "filho de Rá". O seu prenome, isto é, o nome que este assumiu quando se tornou faraó foi Usermaet-rá Setepenrá, o que é traduzido como "Poderosa é a justiça de Rá - Escolhido por Rá".

Cártula de Ramsés II:

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N35
N36
N5
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F31S29M23
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terça-feira, 20 de agosto de 2013

O Dragão Fala

Eu sou o teu eu mais profundo.
Eu contemplo por você um mundo de luzes e cores da escuridão atrás de teus olhos.
Eu alcanço através tuas mãos e com elas toco os suaves prazeres de teu vivente mundo.
Eu sou o mais antigo, o criador dos deuses.
Eu sou a mudança e o invariável.
E sempre que você olha fixamente nos olhos de outro, lá!
Eu olho de volta para você!
Eu sou a fonte de tudo que existe!
E aquele que se reconhece como sendo eu também se torna a fonte e é, realmente um magista.
E aquele que permite o fluxo de meu ser e que me reconhece pelos nervos de seu próprio corpo pode tocar e mudar tudo conforme a sua vontade, e é realmente mágico.
E minha magia draconiana é doce porque eu realizo todos os grandes desejos.
Nisso que tu chamas de sonho, eu reúno minhas forças.
Nisso que tu chamas de realidade, eu organizo meus sonhos.
Eu sou grandioso para todos aqueles que buscam meu ser e meu poder, pois sou o direito de buscar os teus próprios prazeres!
Eu sou o verdadeiro deus, o deus uno, o único deus que há.
Eu sou teu e tua arte é minha.
Sim, até mesmo meu símbolo é o espelho!
E saiba bem meu nome para através de nossa honra preferi-lo em todas as tuas ações.
Ai então será e permanecerá merecedor da 
Minha magia draconiana.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Sagrado Masculino

Ensurdecedor o silêncio das florestas, o silêncio onde mil sons começam quando o homem se cala e move-se com suavidade e cuidado sobre a pele da Grande Mãe. Pé ante pé, evitando fazer qualquer ruído, tateando o solo com os dedos, para que o menor graveto não se parta ou uma folha seca estale. 

O homem integrado à natureza, um ligado ao outro como uma só coisa, seu suor misturado ao cheiro das folhas e peles que usara no ritual de busca da caça. O ancião evocara os ancestrais do clã para a caçada, bravos caçadores se materializavam frente aos homens do clã, portando suas armas e mostrando numa dança como conquistaram os seus animais de poder. Lutas se formam na névoa de resinas que queimam no braseiro, junto a folhas colhidas pela anciã, que conhecia os segredos da Mãe.

Embriagados e tomados pelos antepassados, os homens repetiam em gestos rítmicos as grandes caçadas feitas no passado, como quando o fundador do clã saiu com seus caçadores para criar um novo agrupamento depois de andar dias a procura de um abrigo. Faminto e cansado encontrou a caverna mãe, onde nasceram todos os ancestrais da tribo. Ele a conquistou lutando com um leão das cavernas com sua lança e faca.

Nesta luta o Grande Caçador ganhou a marca das 4 garras do antigo proprietário da caverna, no rosto, marca que até hoje os caçadores repetiam passando os quatro dedos, molhados na tinta cor de sangue que as mulheres preparavam, riscando o rosto na transversal vindo da esquerda para a direita. Repetiam estes eventos enquanto o corpo era impregnado com os cheiros das resinas e das folhas. 

Depois o ancião vestia o couro do animal de grandes chifres e chamava as manadas e viajava através dos céus para ver o caminho que esta manada iria percorrer e a que distancia estavam, para então decidir qual o melhor ponto para interceptar os animais. Enquanto os caçadores viajavam para os feitos que fariam nesta surtida, com estes sonhos eles podiam antecipar os perigos, e na hora que ocorressem poderiam evitar o ataque dos animais. 

Ele estava preocupado. Havia sonhado que um macho galhudo o pegaria no momento que se distraísse ao enterrar sua lança numa fêmea prestes a parir, pois queria a pele macias do feto. No próximo encontro da primavera estava querendo se mudar para o clã do grande touro. Havia reparado em uns olhos verdes que sempre o seguiam nas reuniões de clãs enquanto ele disputava os jogos com os rapazes. Mas agora não estava mais ansioso pela primavera, para as brincadeiras masculinas. Este ano fora consagrado caçador, agora podia ser o dono da caça que ele abatesse, agora participaria da festa das fogueiras e, segundo seus primos mais velhos, poderia penetrar nos mistérios da criação do universo junto às fogueiras. Era muito mais que uma iniciação mística da união do céu e da terra. Era muito além disso. Era penetrar no universo e sentir o corpo macio de uma mulher. Enquanto descreviam as delícias, ele se lembrava dos olhos verdes, e dos sorrisos que a menina lhe enviava. Ele queria a pele dos fetos prestes a nascer para fazer uma pelica leve e macia para ofertar a ela nas fogueiras.

Mas de que adiantaria matar a fêmea, se poderia ser morto pelo macho e, seu sangue a escorrer pela terra junto com o da fêmea, poderia fazer com que ele nascesse gamo na próxima vida.

Nem durante a sua iniciação ele ficara tão receoso. Fora levado vendado para bem longe e solto com apenas um pouco de comida, poucas lanças, uma faca de pedra e apetrechos de fazer fogo. 

Ele deveria voltar pra casa com uma caça, que ele sacrificaria aos deuses cortando a garganta do animal, para que o sangue empapasse a terra e voltasse para a grande mãe. Depois ofereceria o coração ao Deus da caça, montaria acampamento, conservaria a carne com fumaça e ficaria ali até que o Grande Caçador lhe indicasse o seu animal de poder e seu nome mágico.

Agora ele era um caçador dos leões da caverna do riacho limpo, era um homem, e por mais que soubesse que não existia morte, ele gostava de estar vivo. 

Agora ele iria aproveitar as regalias de ser um caçador, participaria dos mistérios, freqüentaria os rituais masculinos, faria jornadas em busca de caças distantes. Seus feitos seriam contados nos encontros da primaveras e depois seriam levadas para as tribos distantes e sua alma nunca se perderia, pois ele estaria sempre nas conversas noturnas das cavernas e seu nome seria falado nos rituais dos ancestrais. Mas se morresse por seu orgulho de caçar a presa que buscava, e se descuidasse das suas defesas, seria logo esquecido e sua alma se perderia do clã e não mais renasceria na própria família.

Já visualizava o rebanho se aproximando, seu corpo colado à arvore parecia ser parte dela, todos os seus sentidos estavam voltados para a caçada, seus músculos retesados e prontos para o ataque enquanto na sua mente os gestos e movimentos dos seus antepassados tantas vezes dançados nos rituais estavam incorporados dentro dele, como se uma cadeia interminável de vidas o levassem ao primeiro caçador, ao Grande caçador, o Deus que diferenciou os homens dos animais, o Deus que ensinou que os homens podiam se alimentar melhor caçando e que salvou a espécie da extinção. Com ele aprenderam a criar suas armas, o código silencioso usado pelos grupos que substituíam os gritos e as palavras, e que permitiam que cercassem e se aproximassem mais da caça sem assustá-la. 

Ele agora era o Deus, seus pés plantados no chão o ligavam à terra, seu corpo era como uma mola comprimida, pronta para distender-se e voar em direção à presa e arremessar certeiramente sua lança com a ponta afiada no fogo. O deus caçador estava nele, não importava mais a vida ou a morte, agora a sua mente só pensava em escolher o alvo, pois o clã precisava da carne para continuar forte, alimentando suas mulheres e crianças, para que novos caçadores crescessem fortes e pudessem manter o nome da caverna mãe com honra.

Paro aqui para dizer que ainda temos no masculino este espírito caçador, ainda temos em nós o deus da caça e no fundo de nossas mentes ainda existem gravadas as danças e os movimentos da caçada. Ainda podemos ser unos com a natureza, e por mais civilizados e com todos os controles sociais que mascaram a nossa identidade selvagem, nem todo o controle imposto pelos impérios da antiguidade, nem os 2.000 anos de cristianismo apagaram em nós o espírito pagão, a divindade que existe no masculino. 





Nosso corpo nos fala

É comum vermos tantas pessoas lutando na vida para se libertarem das dores e doenças. Na verdade, as dores e as doenças estão indicando dificuldades pessoais que poderão fazer com que se conquiste um bem estar físico e emocional. “Conflitos e sentimentos ficam gravados no corpo e se manifestam nos movimentos e nas doenças”, diz o terapeuta paulista Eduardo Shinyashiki.

Segundo ele, a leitura corporal feita em várias sessões, detecta e solta emoções reprimidas, dissolvendo medos e resistências. A matéria-prima desse tipo de análise é um inventário de doenças, tensões, dores, acidentes, fotos, imagens de vídeo, exercícios sensibilização, respiração e meditação.

Para decifrar as mensagens do corpo, ele o divide em sete segmentos. Doenças ou tensões registradas em cada um deles têm origem em diferentes tipos de conflitos. Confira:

1. Olhos, ouvidos, nariz: dificuldade de conexão com a realidade.
2. Boca, dentes, gengiva: questões envolvendo a expressão dos sentimentos.
3. Pescoço e coluna cervical: controle das emoções e da imagem.
4. Peito, coração e pulmão: problemas de afetividade.
5. Abdômen superior (estômago, fígado e rins): resistência a “engolir” situações, resolver conflitos, ansiedade.
6. Abdômen inferior (barriga): sensação de insegurança, inadequação, incapacidade.
7. Genitais e pernas: situações relacionadas ao prazer e a tomada de decisões.


Fonte:  Revista Mais Vida-abril/97